quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Boa Noite
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
As Palavras Sábias de José Carlos Ary dos Santos
O vídeo foi raptado da Internet.
E com isto...um Bom Natal!
RITA
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
sábado, 13 de novembro de 2010
Obras Primas

Não são um espectáculo estes frascos?? A minha madrinha diz que parecem os frascos de fetos do Instituto Ricardo Jorge, mas morbilidades à parte, eu cá acho que vão estar um mimo. Nesta fornada há de Ananás, Coco, Limão, Castanhas, Feijoca, Menta e Afrodisíaco!!!
Lá para o Natal estão prontos. Alguém é servido??
RITA
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Na cozinha...
"Bó, estás um bocadinho rouca"
"ESTOU NADA MOUCA!!!! Tu é que tens a mania de comer as palavras!"
Adoro a minha Avó. 81 anos e sempre a surpreender...
RITA
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Tenho o nome gasto...
Ora Rita "é uma injecção"
Ora Rita "é uma caixa de Sinvastatina pó elevador, oh fá xavor"
Ora Rita "confere as facturas"
Ora Rita "anda cá ver se este dedo está partido"
Ora Rita "atende o telefone"
Ora Rita "olha as encomendas que chegaram"
Ora Rita "faz estas devoluções"
Ora Rita "marca estes preços"
Ora Rita "vê os Triglicerídeos da D.Maria"
Ora Rita "passa-me as bolachas"
Ora Rita "coça-me as costas e beija-me os pés"
Ora Rita, Rita Rita...
Só à noite é que ninguém chama por mim.....ORA BOLAS!!!
RITA
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Não
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
A "droga" está a fazer-me mal
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
À Melhor de Três #1
"Julgo que sei, mas não sei nada. Tudo que os dias me levam é apenas o tempo. É inútil e não são capazes de levar mais nada. Não há nada para levar. A minha carga é leve. Leve demais para se poder chamar existência. Os dias nada me roubam, nada me roubam excepto aquilo que não quero ter. Os dias levam-me a vida. E descubri que não quero viver, pelo menos não assim. Os meus dias não contam histórias, não sabem nada. Não há nada para contar. Tudo é como se planeou. Nada se entrepõe no meu caminho. Quero pedras no meu caminho. Também tenho direito a construir um castelo. Nada, nem uma falha para melhorar a história.
Não sei porque escrevo, não há nada para escrever. não existem linhas mais ocas que as minhas, não existem palavras mais vazias que estas. Não quero paz, farta de paz estou eu. Que insolência pegar nesta caneta e usá-la como se de algo útil se tratasse. Não vale nada. De nada vale gastar mais tinta, mais papel. Que inocência a minha continuar a escrever. Preferia assinar em cruz. Provavelmente teria muito mais a dizer.
Porra para os dias que teimam em passar sem aviso prévio. Deixem-me um bilhete! Queria que os dias me ensinassem a viver. Mas limitam-se a passar. Apenas a passar.
E eu parada, no mesmo banco do recreio da escola, a ver os dias passar. Um dia vou dar por mim e estou velha, e não me levantei do banco, porque ninguém me fala, ninguém me explicou que os dias passam sem satisfação. Podia ter andado no escorrega. Ai, como queria ter andado no escorrega. Mas não, era arriscado. Podia ter sentido o vento, a adrenalina. Mas não, podia cair. Ficar no banco parece muito mais seguro. E é aqui que vou ficar. Inerte. Vou vendo os outros sorrir enquanto descem no escorrega. Não me mexi e estou tão cansada. De ver os dias passar. Que mania de não levarem nada para contar. Ninguém se vai lembrar de mim. Vou morrer porque me deixei ficar e não quis arriscar o escorrega.
Estou farta de escrever as mesmas palavras. Digo para mim que chega, mas nunca, nunca chega. Mania insane de querer sempre mais e mais. Mas sem nunca levantar a merda do rabo do banco.
Um dia vou acabar no chão. Levada pelo cansaço vou tombar e nunca ninguém se vai recordar da queda."
ANA
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Penne com o quê?
Enchida de coragem comprei uma daquelas refeições já cozinhadas que só necessitam de ser atacadas violentamente com um garfo no plástico e de seguida atirar com ela para o microondas.
Enquanto as ditas micro ondas atacavam o meu manjar, fui lendo o rótulo do dito.
E eis que leio:
"Poderá conter vestígios de peixe, crustácios, frutas de casca rija, ovos, amendoins, soja, sulfitos, tremoços, moluscos e sementes de sésamo."
COMO??
A refeição chama-se Tirinhas de Perú e Penne Tricolor e PODE CONTER TREMOÇOS???
Quem me explica como que raio, aquando da preparação da coisa, vão lá parar frutas de casca rija?? heim? Que mais pode sair dali? O génio da lâmpeda? Bolas...
Mais chocadíssima fiquei com a atitude que tomei de seguida. E não é que abri a porta do microondas, tirei o plástico e comi?
RITA
terça-feira, 31 de agosto de 2010
E agora, Lisboa e Alentejo...
terça-feira, 24 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Acima de tudo, confiar no INEM...
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Isto aqui faz um quentinho engraçado

domingo, 25 de julho de 2010
Os Melões?

Eu: A senhora mora aqui em Alfragide?
Senhora: Não, não, moro aqui em Almeirim!
(G'anda Melão)
Eu: Peço desculpa, é que ainda ontem estive em Alfragide.
Senhora: Estou a ver que é muito viajada.
...
E por falar em melões...Aparentemente tornei-me numa "viajante" forçada...e lá ando eu na minha carripana de terra em terra, e sempre que vou para algum lado pedem-me que traga de lá qualquer coisa (que acabo sempre por nunca trazer)...já em Almeirim foi os melões.
Teoricamente há-os aos pontapés e são muitos bons, mas eu cá não vi nenhum.
Ainda questionei um senhor sobre esta problemática de não encontrar as típicas banquinhas na estrada nacional mas ele disse logo que agora o que está a dar é a franboesa. Vá-se lá perceber...
Em Ferreira do Alentejo uma senhora muito simpática queria que eu trouxesse de lá uma ovelha...ainda ponderei escondê-la de baixo do banco da carrinha e, posteriormente, de baixo da cama da pensão...mas era capaz de fazer muito esterco, abusar do mémé, e ainda por cima ainda estava a leite. Era orfã de pai e mãe, a desgraçada.
E depois era um pato! Pois claro que dava um bom arrozinho mas que faço eu com um pato? Dou-lhe uma cacetada e meto-o na mala do autocarro? Couvinhas que é bom, grelos ou pimentos, já ninguém oferece.
Para a semana vou até Barrancos. Ao receber a notícia a minha mãe foi rápida a raciocinar: "Tráz chouriço"...ao que o meu pai rapidamente responde: "não sejas parva, tráz mas é vinho"!
Eu ainda não descobri as maravilhas de Barrancos mas acho que de lá só vou trazer uma grande necessidade de tirar férias...
sábado, 3 de julho de 2010
Sinto-me...

O que aconteceu ao orçamento da comissão de festas?? Foi todo para o fogo de artifício??
Se a ideia era captar a essência da cidade através do Mar...hum...péssimo trabalho!! Sem falar da Santinha e da moçoila...tudo muito mal enquadrado! E a letra?? É Times New Roman??
E dizem eles que temos a maior Romaria do País...todavia, esta coisa não lhe faz justiça. De todo...
Para o ano sou eu a fazer o cartaz...por 5 "miiiiréis" faço um trabalho melhor!
Pindéricos, pah...tenham o mínimo de brio!
E mais não digo, que isto dá-me cólicas intestinais!
ALICE
quarta-feira, 23 de junho de 2010
CUPCAKES

domingo, 20 de junho de 2010
Lar, Doce Lar

domingo, 23 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
Diz que é uma espécie de emprego
YYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYUUUUUUUUUUUUUUUUUUUPPPPPPPPPPPPPPIIIIIIIIIIII
Eu sei que disse que ia para Londres, mas o telefone tocou e do outro lado perguntaram se queria ir para Lisboa no dia seguinte. Não tive muito tempo para pensar e uma hora depois estava no autocarro.
Está bem que não é tudo que eu sonhei mas é trabalho....e isto de estar desempregada começava a tornar-se um cliché.
E lá fui atirada aos cagádos....agora ando a passear por todas as ruas que eu comprei no monopólio. Afinal não eram realmente minhas...
Veremos no que isto vai dar...
RITA
sábado, 1 de maio de 2010
Saudade #2
Enerva-me que ninguém se queira lembrar.
Enerva-me que desejem que eu me esqueça.
Não entendo o não querer falar do assunto.
Não entendo o querer fazer de conta que não aconteceu.
Enerva-me que as pessoas aparentem já não recordar que ficou uma vida por cumprir e demasiados sonhos por realizar...
ANA
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Quem me leva de volta?
(Existe a palavra "escrevinhar"? E "parvalheiras", existe?)
...Moving on...
Eu até tinha todas as intenções de provar que estive mesmo nos Açores com uma foto maravilhosa da Lagoa das Sete Cidades, mas a verdade é que nem eu sei muito bem se estive mesmo lá.
É que do tempo que lá estive só era possível enxergar ISTO:

Oh larilas....não se via um palmo à frente do meu pobre e enorme nariz. Juro que quando cheguei lá em cima larguei uma pequena lágrima de tristeza.
Mas pronto, não foi tudo mau....vi as vacas (muitas vacas), e principalmente a calçada!
Sim, a calçada....porque andamos que nos fartamos, até me sair o dedinho grande do pé pelo sapato fora.
Enfim, diverti-me a valer, mas vim embora só com uma convicção: Vou ter de voltar um dia!
E mais não digo porque..."What goes on Açores, stays on Açores...".....(ou qualquer coisa parecida com isto...ouvi num filme e sempre quis dizer. eheheh).
RITA
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Here We Go
E lá vou eu, e mais 19 mulheres (upa upa), a caminho dos Açores para três dias repletos de despreocupações. Pelo menos assim espero, porque isto de juntar 20 mulheres no mesmo espaço durante 72 horas é, no mínimo, um risco para Alerta Laranja!!
Toca a tirar o Traje Académico do fundo do baú (com sorte não tem bolor) e pimbas...é preparar a garganta para as cantorias e para o álcool. Não sei se a minha alma aguenta, mas que estava mesmo a precisar de uns diazinhos, estava.
E durante três dias não vou pensar que estou desempregada ou que sou uma solitária...Vou apenas gozar e aproveitar isto:
sábado, 3 de abril de 2010
Como chove...

quinta-feira, 25 de março de 2010
"Ala que se faz tarde"
Pasteleira: não sirvo, queimei os meus mini-palmieres, que tinham tudo para dar certo, uma vez que me limitei a comprar a massa já feita, e moldar aquilo da maneira mais similar, e “olarilas”, era só atirar com aquilo para o forno. Certo? ERRADO! Claro que se alguém mais distraído me perguntar o que raio se passou ali, eu tenho já um ou dois álibis prontinhos na ponta da língua. Posso sempre alegar que o forno não presta, é a gás, não cozinha de forma igual, pregou-me uma partida (é sempre fácil culpar uma outra coisa que não nós). Posso sempre dizer que fui num instantinho salvar o gato da vizinha que estava preso em cima de uma árvore e demorei mais tempo do que pensava (dá um certo charme dizer que a culpa da minha distracção foi o meu sentido de salvadora da pátria, sempre pronta e disponível para ajudar). Posso alegar que me deu uma tal dor de barriga que foi impossível aguentar, tive de chamar o INEM e sabia perfeitamente que ia queimar os palmieres (lembro-me bem que as minhas “dores de barriga” ou “problemas femininos” livraram-me de muitas boas aulas de educação física, porque não haveriam de resultar agora?). Tudo isto seria plausível, e vindo de uma pessoa tão credível como eu, jamais alguém ousaria duvidar, mas a verdade é apenas e só esta: “hum...cheira-me a qualquer coisa! MERDA, OS PALMIERES”.
Operadora de Caixa: poderia ser uma opção, não fosse o facto de ter chegado ao fim do meu singelo contrato de 6 meses com aquela empresa que não se pode aqui dizer o nome, mas que começa com S e acaba com E, e que no meio tem ONA, e a dita empresa não tem mais nada e olha, “vai-te embora que já tiveste a tua oportunidade e isto de te pagar mais 6 meses era capaz de ser uma chatice”. Eu até nem desgostava daquela coisa de colocar palmieres já prontinhos a ser consumidos dentro de sacos de plástico biodegradáveis, assim como perguntar se quer descontar do cartão ou arredondar para ajudar a Madeira umas 1524 vezes por dia, mas realmente não me fez nada bem às minhas ricas varizes.
Ajudante de Cozinha: outra coisa que eu experimentei, com toda a ingenuidade de uma adolescência em construção. Lavei muitas panelas, muitos pratos e copos, arranjei muita salada, fiz muitos crepes e gelados, cozinhei muitas francesinhas, tostas mistas, cachorros da casa, hambúrgueres no pão e afins...aquilo até estava a correr muito bem até descobrir que uma colega minha ganhava menos que eu, pelo mesmo serviço e horas de trabalho. Eu até podia esfregar as mãos de contente e ficar caladinha no meu humilde cantinho, mas não, fui feita fina questionar a “chefona” o porquê de tal acontecimento. Maldita hora que o fiz pois a senhora não tem mais nada, faz uso do seu autoritarismo e de espátula dos crepes em riste desata num berreiro desenfreado, fazendo ver a toda a gente que quis ouvir que eu não ia era ganhar mais nada, pois estava despedida.......”ÉS UMA SINDICALISTA”, proclamou. Fui para casa chorar nos ombros dos meus pais, não só porque me mandaram embora, mas porque tinha 17 anos e ainda nem sequer sabia o que era um sindicalista.
Parasita da Sociedade: Seria perfeito, o cargo ideal para uma pessoa com o meu perfil. Até já estava a imaginar o meu Curriculum Vitae: capacidade de dormir até 14 horas diárias, capaz de vegetar no sofá até ganhar úlceras de pressão, inigualável competência de comer sem ter de cozinhar, ineficaz em tentativas de efectuar qualquer tipo de tarefa doméstica. Ai como seria perfeito, não fosse um pequeno contratempo: o tostãozinho, o pilim, a massa...de onde viria ela?
E sim, isto são excelentes notícias. Então não é que só agora é que eu percebi? Se não consigo ser nada disto, é porque a minha vocação é mesmo ser ENFERMEIRA! Só pode! É que, PORRA, gosto mesmo daquilo. Tenho saudades de tudo que está intrinsecamente ligado à profissão que escolhi e estou para aqui a ver o Mundo girar.
Sim, são excelentes notícias para quem precisa de um último empurrão. Aqui não há trabalho? Acelerar com os papéis, e ‘bora emigrar que já se faz tarde.
PS: Quem achar que eu estou doida, agradeço que não me digam, não vá eu mudar drasticamente de opinião e acabe a lavar pratos.
sábado, 20 de março de 2010
terça-feira, 16 de março de 2010
Vida em Stand-by
Mas não, o desemprego absorveu-me por completo e sinto toda a minha vida, pessoal e profissional, em stand-by.
Deveria fazer muito mais, e no entanto só me apetece ficar inerte e ouvir disto:
É que este homem, para mim um dos maiores poetas deste País, e a sua voz, fazem-me sentir como se não existisse mais nada no Mundo.....e assim fico!!
RITA
quarta-feira, 10 de março de 2010
Poema sem nexo nem contexto #2
Vagueei km no meu pequeno quarto,
Droguei-me, soltei-me.
Vivo no mundo meu,
Mundo aberto para o zero.
Quero ver.
Quero correr.
Sujei os dedos de azul,
Com uma tinta que não escrevi.
Sorte que foste,
Azar que quero ser e ter.
Calor a bater no corpo,
Faz-me gemer de mágoa.
Balanço sobre mim,
Sem sentido nem vontade.
Cruzo-me com o que não há,
Esqueço-me de cores e sabores.
Insane, não faço sentido.
A cama me espera,
E durmo no chão.
De veludo me acho e me sinto,
Como se requintado o passado.
Amarro o cabelo em penitência,
Adoro sem vontade,
E marcas no corpo me lembram
De tudo o que não fui.
Fujo de luz,
Fico assim, em trémulos.
Asas que não querem voar.
Descansa. Medita. Relaxa.
Vai o grito para dentro,
E quero ser insane sempre.
E enfim lacrimejo.
O alívio.
Que me puxem para a realidade,
Não quero, não deixo.
Quente a mão que me arrepia,
Partilho tudo que tenho com ninguém.
Sou insane, louca dentro de mim.
Tenho coragem para ter medo,
E sinto-me partir...
ANA
terça-feira, 9 de março de 2010
Eu só queria saber...
óbvio que é uma anedota, mas como qualquer anedota que se preze, e que queira ter algum efeito, necessita de uma boa dose de realidade.
"- Bom dia, é da recepção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um doente internado. Queria saber se a pessoa está melhor ou se piorou...
- Qual é o nome do doente?
- Chama-se Celso e está no quarto 302.
- Um momentinho, vou transferir a chamada para o sector de enfermagem...
- Bom dia, sou a enfermeira Lourdes... O que deseja?
- Gostaria de saber a condição clínica do doente Celso do quarto 302, por favor!
- Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
- Aqui é o Dr. Carlos. Em que posso ajudar?
- Olá, doutor. Precisava que alguém me informasse sobre a saúde do Celso que está internado há três semanas no quarto 302.
- Só um momento que eu vou consultar a ficha do doente... Hummm! Aqui está: alimentou-se bem hoje, a pressão arterial e o pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado da monitorização cardíaca amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará a alta em três dias.
- Ahhhh, Graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
- Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família!?
- Não, sou o próprio Celso telefonando aqui do 302! É que toda a gente entra e sai desta merda deste quarto e ninguém me diz porra nenhuma. Eu só queria saber como estou....."
Talvez o Sr. Celso não tivesse perguntado à pessoa certa, porque a visão que eu tenho dos profissionais de saúde não é esta. De todo. De qualquer maneira fez-me rir.
Só não entendo porque não foi a enfermeira que deu as informações que, muito provavelmente, foi ela que as recolheu...sabe lá o médico se o Celsinho comeu a sopa toda!
ALICE
quarta-feira, 3 de março de 2010
Maldito sejas, Saramago

Desde que acabei o curso, e entrei neste novo e maravilhoso mundo do desemprego, que tento retomar o hábito tão intrínseco que tinha de ler. Lia muito, mas a faculdade fez-me esquecer esse meu gosto, infelizmente. Muito culpa dos grandes calhamaços de anatomia, esses depravados. Tinha acabado de ler o meu “Ainda Alice”, que me entreteve durante um tempo, quando reparei que me estava a deitar na cama sem ler. É bom sinal quando sinto que me faz falta. Da cama atirei um olhar de soslaio ao “Todos os Nomes” de Saramago, impávido e sereno na mesma prateleira, tal e qual como o deixei.
Deveria? Não, é Saramago
Ele até é fininho, deve ser rápida a tortura. Porque não? Não, é Saramago
Os vizinhos já os li a todos, embora há um bom tempo atrás, certo? Não, é Saramago.
E esta minha dúvida, se me erguia ou não da cama para alcançar o dito cujo, fez-me pensar naquelas pessoas, e que eu tanto crítico, que dizem que não gostam de certo prato de comida, mesmo antes de o provarem. Como grande adepta da culinária que sou, fico extremamente ofendida quando alguém se recusa a comer o manjar que eu preparei apenas com o olhar, exclamando corajosamente: “Não gosto”. Ingratos!
A verdade é que nunca li José Saramago. E para ficar de bem com a minha consciência resolvi levantar-me, enfrentar o frio que estava fora do meu cobertor, e pegar no livro. Assim posso criticar o “homenzinho” com argumentos muito mais válidos, pensei. E assim foi.
Li cerca de metade, e ele já está a chamar por mim para ler o resto. Não é que o estupor do livro me está a intrigar ligeiramente?
Maldito sejas Saramago. Tu, o teu prémio Nobel e o teu snobismo ranhoso. Como diria a minha mãe, bem me “quilhaste”.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Perdoe-me Padre, porque pequei...

“Oh pah, eu matei o tio Manel na quinta-feira, mas confessei-me na sexta, rezei um Pai-Nosso no sábado e comunguei no domingo. Acho que estou safo.”
Ai, tamanha estupidez!
Hoje um senhor Padre disse-me que primeiro temos de ser bons católicos e só depois é que podemos tentar ser boas pessoas. Ora, como eu sou tudo menos boa católica, uma vez que só compareço na igreja em casamentos, funerais e afins (e quase que algemada), a dita afirmação proferida pelo “meu” Pároco (chocadíssimos por não me encontrar nos seus sermões semanais) assentou-me que nem uma luva. Mais ainda, cheirou-me a acusação e atacou-me lá no fundinho.
Ai que crueldade chamarem-me de má pessoa. Pois claro, santa não sou (nem quero), mas porra, nunca matei nenhum tio Manel...até tenho uma mania estúpida de tentar confiar o mínimo nas pessoas, contrariando o que há de mais intrínseco em mim. Não, sou tudo menos santa, eu sei, mas daí a dizerem-me que eu nunca serei boa pessoa parece-me um pouco duro....para quê tanta insensibilidade, Senhor Prior? Naaahhh...padre nenhum me convence, mas de certo terão todos cunha directa para o perdão.
“Toma lá uns salpicos de água benta e já não vais para o inferno”...Oh Senhor Padre, já que essa sua água é assim tão poderosa não dá para me curar aqui este calo? Ou quem sabe, se nos concentrar-mos muito, não apareçam os números do euro-milhões no fundo da pia...não? Só dá para não ir para o Inferno? Que chatice!
“Oh Senhor Padre, ontem fui às prostitutas, mas não se preocupe que usei preservativo”
“O QUÊ? Usaste preservativo? Ai homem, que isso é pecado. Vai ali para o canto, reza 5 Pais-nosso e 10 Ave-marias, e da próxima vez que lá fores às meninas faz-me o favor de trazer de lá, no mínimo dos mínimos, uma gonorreiazita...no mínimo!”.
Enfim, filosofias da vida. Mais uma das que eu não entendo. Ah, mas isso deve ser porque eu não sou boa pessoa...é a única explicação plausível.
Mas eu já percebi, não temos mesmo de ser bonzinhos, parecer que somos chega!
Domingo vou à missa!
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Poema sem nexo nem contexto #1
Excepto o próprio tempo.
São inúteis, impacientes.
A carga é leve demais
Para se poder chamar existência.
Os dias nada me roubam
Excepto aquilo que não quero ter.
Tudo é como se planeou,
Nada se entrepõe no meu percurso,
E eu quero pedras no meu caminho.
Também quero construir um castelo.
Levem-me a paz,
Farta de paz estou eu.
Que insolência pegar na caneta,
Não há nada para escrever.
Os dias teimam em passar,
Não me ensinam a viver.
Continuo sentada no banco do recreio,
E um dia vou ver que envelheci.
Não quis saber que os dias
Passam sem satisfação,
Não me levantei.
Como queria ter andado no escorrega.
Mas era perigoso, podia cair.
Sentir o vento seria audaz demais.
Não me mexi e estou cansada,
Só de ver os dias passar.
Mania de não levarem nada para contar.
Um dia acabarei no chão.
Vou tombar, levada pelo cansaço.
E ninguém se vai recordar da queda.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
The Chipettes (??)
It's my party and I cry if I want to...
NOTA: apesar de "velha" continuo a gostar de desenhos animados. Devo preocupar-me?
ALICE
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Saudade

É-me impossível transformar em palavras a dor que é perder um amigo. Faz hoje quatro anos que a leucemia levou a G. e, no entanto, o meu peito continua a apertar cada vez que o meu pensamento foge de volta para o que aconteceu. Dizem que o tempo cura tudo. Talvez, mas este é um sofrimento do qual eu não me quero curar. Quero recordar-me dela para sempre.
Foram três anos de luta, sempre com um sorriso nos lábios, e desde o início até ao fim esse sorriso enganou-me, fez-me acreditar.
Lembro-me tão nitidamente dos primeiros sintomas, do primeiro alerta. Ela parou a meio de uma das nossas aulas de música, chorava com a dor. Eu resmungava que ela era sempre a mesma fiteira. Ela sorria. Convenceu-me que não era fita. Nessa mesma noite ligou-me, estava no hospital e iam-lhe fazer um exame à medula. Não quis perceber, garanti-lhe que ia ficar tudo bem.
“Rita, tenho leucemia. Explicaram-me que é tipo um cancro do sangue, mas não faz mal porque o meu irmão é compatível e vamos fazer um transplante.”. Sorriu.
Dois dias sem saber dela. Resolvi ligar. Do outro lado uma voz mais madura, a mãe.
“Ritinha, a G. está em coma. Os médicos dizem que foi uma pneumonia e que está muito mal.”
Não sabia se sabia rezar ou sequer se alguém me ouvia, mas nos 15 dias seguintes foi tudo o que fiz. Rezei, na esperança que alguém me ouvisse.
“Um milagre”, disseram. Tinha acordado.
Durante meses vi a minha amiga ficar mais fraca através de um vidro.
“Estou um bocadinho melhor, já podes vir cá a casa.”
Quero ir, mas não quero ir. Passei horas naquele sofá. Durante três anos vimos filmes, ouvimos música, conversamos, jogamos jogos de mesa, festejamos um dos aniversários...e eu continuo sem saber se estive mesmo lá. Assim que pisava o chão daquela sala, assim que a via daquela maneira, mesmo sem sair do sítio, fugia. Escapava da realidade. Ela sorria.
“Este transplante não resultou. Tenho de fazer outro.”
“Este transplante também não deu certo. Vamos tentar outra vez.”
Num dia próximo do Natal lá fui eu a mais uma visita/tarde de distracção. Deu-me uns brincos feitos pela sua própria mão. “Tenho muito tempo livre”, disse, logo seguido por uma gargalhada. Aproveitando que eu ainda me ria, e enquanto punha os meus brincos novos:
“Rita, estou cansada. Chegou a hora de parar de lutar.” Sorriu.
Assim como estava, foi tal e qual como fiquei. Não chorei, não falei, não esperneei, não reagi, nada. Se me concentrasse muito podia ser que aquilo que ela tinha acabado de dizer não fosse verdade. Preferi ignorar. Se eu ignorasse talvez não se tornasse real.
Os dois meses seguintes foram de angústia contida e dissimulada. Era difícil contactá-la, saber notícias. Finalmente, a voz madura outra vez:
“Ritinha, eu sei que tens ligado mas a G. está muito cansada, não consegue atender, mas quando conseguir liga-te, está bem?”
Não me sossegou. Uns dias mais tarde recebo uma mensagem no telemóvel:
“Desculpa por não te ter atendido. Espero que saibas que não é por mal e que gosto muito de ti. Aconteça o que acontecer, nunca te esqueças que serás sempre muito importante para mim e que eu nunca te vou esquecer.”
Respondi:
“Eu também nunca te vou esquecer. Mas não sejas parva, vai ficar tudo bem”. Foi a última vez que falamos. Foi por escrito e eu disse-lhe a coisa mais ridícula do mundo! “Não sejas parva”. Como me posso perdoar?
Dois dias depois, num domingo pela hora de almoço, toca o telefone de casa. Atendeu a minha mãe, não falou. Do reflexo do espelho vi a cara dela, e eu que nunca quis perceber, percebi. O chão fugiu-me dos pés, as pernas cederam, e pela primeira vez em três anos, reagi.
Há quem diga que há momentos na vida que nos muda, e a partir daquele momento posso afirmar que nunca mais fui a mesma. Tinha 19 anos e perdi uma amiga. A morte dela mudou tudo, absolutamente tudo, na minha vida. Mudou a minha personalidade, a minha maneira de encarar tudo que me rodeia, a minha maneira de ser e de estar. Deixei de acreditar que era imortal, passei a acreditar menos na “vida é bela”, deixei de fazer amigos com facilidade, nunca mais consegui encarar alguns que já tinha. Tornei-me mais amarga, menos crente, mais medrosa, mais cautelosa, mais fria. E definitivamente muito mais triste.
Todos os dias penso como seria se ela estivesse aqui. Teria sido enfermeira como sonhava? Teria já casado? Filhos? Seriamos ainda amigas? Ou já nos teríamos separado à força de uma trivialidade qualquer? Seja como for estaria, com certeza, a sorrir.
Dois dias depois fiz anos, e fazer anos nunca mais teve o mesmo sabor. Um ano depois voltei a fazer anos...e a mãe dela deu-me uns brincos.
E eu sorri.
RITA
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Miúda, quando morrer a primeira coisa que faço é dar-te uma coça por me teres deixado tão cedo.
Fazes-me falta, porra...
ALICE
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E quando achava que já não havia mais lágrimas para chorar...
Continuo sem saber como te dizer adeus, digo-te antes, até um dia.
ANA
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Eu não gosto, mas...
Um dia que tenha um "dito cujo"....que assim seja!!
A música é de Carly Simon
"My romance doesn't have to have a moon in the sky
My romance doesn't need a blue lagoon standing by
No month of may, no twinkling stars
No hide away, no softly guitars
My romance doesn't need a castle rising in Spain
Nor a dance to a constantly surprising refrain
Wide awake I can make my most fantastic dreams come true
My romance doesn't need a thing but you
My romance doesn't need a thing but you"
RITA
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Dão licença?

É que eu bem me contorço, bem tento, mas não consigo gostar. Eu até podia dizer que é por causa do abuso de consumismo, que o amor deve ser festejado todos os dias, e não num dia só do ano, mas não, o meu problema é outro, e eu passo a explicar.
O meu problema é, exactamente, a felicidade dos outros! É isso, chamam-me cruel mas tanto amor no ar provoca-me má disposição geral. Ele é coraçõezinhos, florezinhas, musiquinhas...por tooooooodo o lado!! Até a minha adorada quintinha (farmville no facebook) foi invadida por ovelhas apaixonadas e cartinhas de amor. E eu lá tenho de ir atrás da festa...contrariadíssima, claro está.
E inventarem um dia dos solteiros? Isso é que era! Não sei muito bem o que iríamos festejar, mas era mesmo só para meter nojo aos outros, desgraçados, que têm de levar com o insensível do marido, ou a metediça da mulher.
E comentam as pessoas: “Tu tens é inveja, oh pindérica!”
Quanto a isso só tenho uma coisa a dizer: “É verdade, sim senhor”.
Tanto a inveja, que por sinal até é pecado (ainda bem que eu não almejo chegar a santa), como a referência à minha “pinderiquice”. Sou pindérica, de alma e coração...é que isto de estar sozinha, não mata, mas mói.
Haja Alegria, ALICE
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Coitadinha é que não...

-“Porque não tentas aquele hospital XPTO?”
-“Porque não vais para Espanha?”
-“Devias mandar mais currículos!”
-“Estás a acomodar-te.”
-“Devias insistir mais.”
-“Podias continuar a estudar.”
-“Não devias estar a trabalhar fora da tua área.”
É que já não há paciência!!
Não entendo como é que certas pessoas sabem tanto da minha vida, como devo geri-la e organizá-la, melhor mesmo que eu. Isto vindo de pessoas que me vêem quando o rei faz anos faz-me uma ligeira comichão.
Pior que isto é as pessoas que olham para mim como se eu fosse alguma desgraçada da sociedade. Tal como já referi, sou operadora de caixa, e como tal, atendo demasiada gente conhecida. Comentário típico: “Ai coitadinha, olha tiraste um curso para agora trabalhares aqui”.
Coitadinha??? COITADINHA??? Já dizia a minha avó que coitadinho é corno....e é bem certo.
Então vejamos:
Ponto núm.1: Se estou a trabalhar temporariamente fora da minha “praça”, é porque EU quero. Ninguém me obrigou e não, não passo fome em casa, nem nunca me faltou abrigo.
Ponto núm.2: Contrariamente ao que as mentes mais inocentes podem pensar, não estou a pensar fazer carreira em ensacar leite meio-gordo e pão de forma sem côdea.
Ponto núm.3: (e muita gente não entende isto) não considero que trabalhar numa outra coisa seja perda de tempo. Seja em que área for, tudo se transforma em ganho de conhecimentos, e ninguém tem o poder para dizer que um conhecimento é mais importante que outro. Quando tinha 18 anos trabalhei numa cozinha, a lavar pratos e panelas, e aí ninguém me chamou de coitadinha (supostamente fazia-me bem saber o que custa ganhar uns trocados), mas agora, só porque tenho um canudo na mão o trabalho parece tornar-se menos valorizado.
Ponto núm.4: Se tomei a decisão de trabalhar, não foi de ânimo leve. Além de não ganhar raízes ao meu sofá e voltar a deprimir (tendência assustadora em mim), o dinheiro que estou a ganhar, está intacto à espera que os meus papéis para emigrar estejam prontos. Sim, minha gente, porque até para ir ganhar dinheiro lá para fora, é preciso (espantem-se) DINHEIRO!!
RITA
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Perguntas Idiotas

Ontem estava a entrar em casa e mal bato com a porta da rua surge a minha avó, disparada da cozinha com a colher de pau em riste, qual padeira de Aljubarrota, qual quê. A imagem tinha tanto de familiar como de perturbadora. Rapidamente faz a dita pergunta:
-“Já chegaste?”
- “Se Já cheguei?? SE JÁ CHEGUEI?? Claro que não Vó, criei um holograma meu para que ninguém descobrisse que eu neste momento estou em Bora-Bora, numa praia paradisíaca, rodeada de escravos sexuais, todos eles prontos a satisfazer os meus desejos mais intímos. Mas não contes a ninguém. Fica o nosso segredinho”
Podia jurar que aquela colher de pau ia voar em direcção à minha testa. Mas não, incomodada com a referência a uma possível vida sexual retira-se, não sem antes murmurar entre dentes:
-“Vai te f#%6r rapariga, que tu estás a gozar comigo e eu não estou para te aturar”
Alice
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
O meu velho Patxi
Lembro-me de ser pequena e o meu pai me dizer: "Anda, vem ouvir "a" voz"!! E assim foi que o meu pai me apresentou a Patxi Andion....
Podem chamar-me pindérica ou antiquada (acreditem que já ouvi coisas dessas) mas eu gosto de Patxi, por tudo aquilo que me faz sentir.
A relação que tenho com o meu pai é superior a qualquer coisa que se possa expor e explicar aqui, mas tenho no meu pai a minha consiência. Dotado de uma força que me transcende, sempre que ouço Patxi, ou Zeca, ou Pedro Barroso, José Mario Branco, Ary dos Santos, reporto-me ao meu pai.
Há quem fale de Liberdade e outras coisas que eu talvez nunca entenda da maneira como ele a entendeu....para mim é tudo mais simples, mais caseiro, mais pessoal...não sei o que foi viver antes do 25 de Abril, não me podem falar de censura e opressão porque eu nunca vou entendê-la. Nunca precisei...
Mas falem-me do meu pai, que os meus olhos brilham....por isso gosto de Patxi.
Ana
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Serei eu uma pessoa doente?
Isto foi apenas uma pequena introdução para vos contar o seguinte:
Estava eu a trabalhar, ora passa as bananas (BIP), ora passa o atum enlatado (BIP), duas de treta à cliente, já não me lembro bem sobre o quê (muito provavelmente sobre o tempo), ora passa os pensos higiénicos (BIP), mais um sorriso, que fica sempre bem, ora passa os iogurtes líquidos (BIP BIP)....MERDA, registei duas vezes, toca a anular (-BIP), uma desculpa engraçada para a senhora se rir, ora passa os cotonetes (BIP), e eis senão quando, ouço a cliente dizer:
- "A menina está bem???"
Ora, rapidamente tentei alcançar o objectivo daquela pergunta...estaria a ficar pálida devido à famosérima "quebra de tensão"??? Isso não seria com certeza....sentia-me pronta a registar 40 quilos de batatas, cheia de "pujança". Respirei fundo e lá foi:
- "Eu estou. Porquê?"
- "É que a menina é simpatica. E isso não é normal."
E pronto, está tudo dito...vivemos num mundo onde ser simpático é considerado doença!!!
ALICE
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Eu, me e moi....
