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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Facto #2

Ouço muitas vezes a expressão "tu és má". Um dia vou ter mesmo de acreditar.

RITA

PS: Este blog ainda não se adaptou ao novo acordo ortográfico, daí o título desta mensagem estar completamente DESACTUALIZADO...assim como a palavra desactualizado, certo? Hum...não sei bem.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Querido Pai Natal #5

Bem sei que não me trouxeste a Casa de Luxo, o Mini, a Bimby ou mesmo a PS3....mas estou contente contigo na mesma!!

Amor e Carinho não faltou. Obrigada!

RITA

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Querido Pai Natal #4

PAI NAAAAAAAAAAAAATAAAALLLLLL!!!!!!


PPSSSSTTTT......estás a ouvir??

Olha, olha:



Não é preciso dizer mais nada, pois não?


Obrigadinha.


RITA

Querido Pai Natal #3

Ai Pai Natal, ainda na onda do "eu sou tão boa menina" e até gosto tanto de cozinhar para a família, mete lá esta no sapatinho, metes??









É que já estou fartinha de ouvir as minha amigas falar da bimby e fartinha de provar delicias que de lá saem. Mas vou ter de casar para ganhar uma coisa destas, é??



Angústias da vida!



RITA

"Raisparta" a enfermeira que tem cada mania

Mais um dia no trabalho. Sei que já o disse, mas nunca me canso de repetir que isto de lidar com clientes é tão diferente do que lidar com doentes, utentes e afins...eis mais um maravilhoso diálogo travado entre mim e uma velhinha, com o seu belo Relmus e Voltaren (passo a publicidade), prontinhos a estriar:


- Eu hoje ainda lhe dou a injecção mas amanhã já não vai dar porque vou de férias.


- Vai de férias?


- Exactamente.


- Ai, e isso tem algum jeito, ir agora de férias?


- Oh minha senhora, eu tenho direito a ir de férias, como toda a gente.


- Está bem, mas não era agora com este tempo, em que as pessoas ficam doentes. Tire as férias no verão quando está sol. Mas agora sinceramente acho que não devia. Não tem jeito nenhum.


- Pode sempre dar a injecção noutros sítios. Tem o centro de saúde, a Cruz Vermelha ou o Hospital Particular, por exemplo. (Ai se o patrão me ouve a dizer isto, pensei.)


- Não. Quero dar aqui. Quando volta de férias?


- Para a semana.


- Então dou hoje uma e as outras quando voltar.


- Mas não está com dores?


- Eu aguento.


................................................


Das duas uma: ou a velhinha não tinha assim tantas dores e gosta de levar no rabinho só porque sim, ou então gosta mesmo de mim!!! Bem, o facto da administração de injectáveis no meu local de trabalho serem TOTALMENTE GRATUITAS, não deve ter influenciado nadinha.


E sim, a enfermeira ali não pode ir de férias. Porque sempre que vai de férias o pobre do CLIENTE, tem de pagar 4 euros por uma injecção que poderia fazer de borla. O estupor da enfermeira lembrou-se que também tem direito a férias e lá se vai orçamento familiar.


"Raisparta" a enfermagem deste País. Injecções de borla. Toca a desvalorizar cada vez mais o nosso trabalho.


Férias!


RITA


PS: Que raio tem o Relmus e o Voltaren a ver com o tempo?? No verão não há dores musculares?

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Escrevi ao Futuro

Estava a ler o blog da Margarida e descobri que podia enviar uma carta a mim prória. Digo carta mas é mais um email....e não é bem para mim, é para o meu "Future Me".


E lá fui eu, tipo Maria vai com as outras (até porque boas ideias devem mesmo ser copiadas), ao site da FutureMe e pimbas.....para o ano estou a receber uma carta que começa com um amigável "Dear Future Me".


E pronto, escrevi uma data de baquatelas a mim própria, que espero que se tornem realidade. É quase como descrever todos os teus sonhos, tudo aquilo que desejas para ti próprio, para depois verificar se foste capaz de os cumprir.


Espero que daqui a um ano não abra a carta e desate a chorar porque não cumpri nada daquilo que escrevi. É um dos efeitos indesejados.

Ou então até vai correr melhor do que eu algum dia ousei sonhar. Não sei.


O futuro me dirá.


RITA

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Ai que nervos!

Se há coisinha que me irrita é pessoas que lambem o dedo para virar páginas.


E então ver o meu chefe durante 10 minutos à procura de uma factura no meio de uma resma de papéis é algo que quase me faz trepar paredes. Então sabendo eu que, porteriormente, vou ter de manusear as ditas facturas quase me faz saltar os olhos das orbitas.


Começo a visualizar aquela saliva toda, ali acumulada estratégicamente no cantinho superior direito das folhas. E depois imagino os germes, uns homenzinhos verdes com cara de maus (sim...eu imagino germes verdes) a planearam a sua expansão pelas folhas fora...armados até aos dentes, com as suas caras de vingança e com muita sede de reprodução.


Uma folha. Uma lambidela.

Uma folha. Uma lambidela.

Outra folha. Outra lambidela.

Ai que o homem não encontra a factura.

Chop. Chuaq.

Chop. Chuaq.

Mas o raio do papel tinha de estar no final do monte?

Folha. Lambidela.

Folha. Lambidela.

Folha. Lambidela.


Faço aqui um apelo a todos os indíviduos que fazem o mesmo que o meu chefe (sim, eu sei que vocês andam aí, escusam de negar):


PAREM!!! POR FAVOR!! É NOJENTO!!!


E agora dizem vocês: mas como vou eu passar as folhas?? Elementar meus caros. Há muito que a tecnologia nos brindou com as dedeiras. Para os mais distraídos cá vai um exemplar:




São uma maravilha para contar folhas, procurar um documento, coçar as orelhas....enfim, uma panóplia de utilidades! No meu trabalho há que cheguem e que sobrem para todos. Ainda tentei, quase sem esforço de disfarçar, colocar uma mesmo em frente dos olhos do chefinho mas sem qualquer efeito.


Enfim a factura lá apareceu! E lá fui eu pousar as ditas cujas, enquanto imaginava os ditos germes a treparem-me pelos braços acima.


Quase que podia jurar que no final daquela operação aquela resma de folhas pesava mais 200 gramas. Sério.


Chop. Chuaq....


RITA